2022: lidos, terminados, não terminados e relidos

Sigo na minha saga de ler várias coisas ao mesmo tempo, reler livros intercalando com coisas novas… Funciono assim. Alguns livros, levo dois meses para ler, outros, leio em dois dias. Uso um livro para cada humor. Tem dia que quero leitura tal, no outro já quero algo com levada assim ou assado. Livro pro metrô, livro pra madrugada, livro pra ler quando a criança vê desenhos estridentes em alto volume. Cada louco com sua mania. Leio todos os dias (fora as atividades profissionais), mesmo que sejam poucas páginas e se, porventura, caos da vida, fico alguns dias sem ler, me sinto incompleta. Eis, então, a lista dos lidos (e terminados) em 2022, que demorou, mas saiu!

Lidos 2022:

Uma tristeza infinita, Antônio Xerxenésky

Luxúria, Raven Leilani

Somos todos adultos aqui, Emma Straub

Contra os filhos, Lina Meruane

Sula, Toni Morrison

O infinito em um junco: a invenção dos livros no mundo antigo, Irene Vallejo Moreu

A extinção das abelhas, Natália Borges Polesso

O acontecimento, Anne Arnoux

Anos de chumbo, Chico Buarque

Os coadjuvantes, Maria Clara Drummond

Escrever, Marguerite Duras

Com armas sonolentas, Carola Saavedra

A pediatra, Andrea Del Fuego

O olho mais azul, Toni Morrison

The fall of language in the age of English, Minae Mizumura

Reli:

A revolução dos bichos, George Orwell

1984, George Orwell

Poema sujo, Ferreira Gullar

A alma encantadora das ruas, João do Rio

O que mais curti: A pediatra

O que me encantou: O infinito em um junco e The fall of language in the age of English

Para nunca mais esquecer: Contra os filhos

Além dos lidos e relidos, pelo menos uns dez ficaram pelo caminho, esperando humor para retomá-los. Alguns talvez nunca mais. Outros merecem uma segunda chance e talvez figurem aqui no listão 2023. A confirmar : )

Ah, e a saideira, claro, as listas dos que estão em leitura:

Humanos exemplares, Juliana Leite

Sobreviventes e guerreiras, Mari del Priori

O que deu pra fazer em matéria de história de amor, Elvira Vigna

A palavra que resta, Stenio Gardel