
Como falei, o livro Stephen King Sobre a escrita: A arte em memórias, no meu Reels no @_escrevese no meu INstaram, seguem as dicas incríveis do noso bestseller máximo!
Dicas Stephen King em Sobre a escrita: A arte em memórias:
– Buscar a objetividade
– Stephen King escreve 10 páginas por dia. Recomenda que se escreva pelo menos 5 páginas e que se tenha uma meta diária.
– Leitores querem boas histórias e não méritos literários
– Escolha um lugar para sempre escrever. Tenha silêncio, desconecte-se do real e virtual.
– Escreva sobre o que você sabe. Desde que seja verdade.
– Imitação estilística não é vergonha. Depois, encharque de vida e acrescente o seu conhecimento de vida e perspectiva que é intransferível.
– Tenha uma rotina de escrita. Tire folga UM dia da semana
– Prestar atenção à primeira palavra que vem à mente. Se for interessante, use.
– Construção: substantivo mais verbo. Rosas falam. Amor reina.
– Evitar a voz passiva. Volte no texto e substitua as frases nas quais o sujeito está na voz passiva.
O corpo foi arrastado.
João e Maria arrastaram o corpo
– Não é necessário escrever sempre orações completas. Use frases flutuantes, sem exagero.
– Divida os pensamentos em dois.
– Não use advérbios
– Não use adjetivos, substitua por metáforas e comparações.
– Não use verbo dicendi + advérbio: – Falou educadamente.
Se você tem medo de que o seu leitor não te entenda e precisa colocar esses grifos, certifique-se que a sua narrativa seja inteligível, sem essas tags.
– Use parágrafos expositivos. Use uma frase síntese, depois vá dando conta das descrições. Use frases que explicam e ampliam a primeira.
– Enredos (histórias e romances de m modo geral) são compostos por três partes. A, B e Z. Narraçao que leva do a ao B e depois do B ao Z.
– Descrição cria a realidade sensorial para o leitor. É preciso saber descrever e quanto descrever. Descrições devem começar na cabeça do escritor e terminar na do leitor. É possível dar detalhe do cenário e a textura das coisas. Alguns detalhes bem escolhidos podem falar por todo o resto. Na maioria dos casos, esses detalhes são os primeiros a ocorrer ao autor.
– O diálogo dá a vida aos personagens por meio do discurso e é possível ar pistas sobre os personagens por meio deles e sobre o enredo. É preciso ouvir os outro falando, se calar para saber como as pessoas falam e, assim, desenhar bons diálogos.
– Livros são baseados mais em situações do que histórias.
– Para ele, a situação vem primeiro, os personagens depois. Um bom exercício é usar “e se isso acontecesse” para pensar nas situações.
– É importante lembrar que na história da vida real cada um de nós se vê como protagonista e não como coadjuvante.
– Não crie cretinos unidimensionais. Pessoas são contraditórias, boas e más.
– Depois de escrever a história, voltar em busca de padrões subjacentes para ajustar.
– Invista em simbolismos.
– Tire 10% do que escreveu na revisão.
– Pano de fundo. O que aconteceu antes da sua narrativa é importante, mas é preciso fazer isso com graça, inserir esses acontecimentos de forma criativa e interessante.
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